@MASTERSTHESIS{ 2024:2084740962, title = {Intervenções locais no câncer de mama oligometastático: revisão sistemática e metanálise}, year = {2024}, url = "http://bdtd.unoeste.br:8080/jspui/handle/jspui/1745", abstract = "Introdução: O câncer de mama é a neoplasia mais comum entre as mulheres em todo o mundo. Estima-se que, no triênio de 2023 a 2025, cerca de 22 mil mulheres desenvolverão metástases, das quais aproximadamente 20% terão oligometástases. Algumas evidências sugerem que o tratamento local com radioterapia ou cirurgia pode aumentar a sobrevida. No entanto, os benefícios dessa abordagem ainda não são totalmente claros. Objetivo: Avaliar a eficácia de terapias locais, como radioterapia e cirurgia em associação com a terapia sistêmica no tratamento de pacientes com câncer de mama oligometastático. Método: Foi realizada uma revisão sistemática com registro na base PROSPERO(CRD42024525782), Medline via Ovid, EMBASE, Web of Science, Cochrane Library Databases, Scopus e Clinical Trials, até novembro de 2024. Foram selecionados Ensaios Clínicos Randomizados, que envolviam mulheres com câncer de mama oligometastático em tratamento sistêmico associado a intervenção, radioterapia ou cirurgia, comparado ao tratamento sistêmico padrão. Os processos de seleção dos estudos, extração de dados, análise de risco de viés e nível de evidência, foram feitos por autores independentes e cegos. Para isso foram utilizadas plataformas, como Rayyan e um formulário de Excel padronizado. A qualidade metodológica foi analisada pela ROB-2 e a da evidência foi avaliada com GRADE. Para análise quantitativa dos dados, foi utilizado o programa Review Manager – RevMan (versão 5.3). Resultados: Entre 717 estudos, 2 ensaios clínicos randomizados foram incluídos nesta revisão. Na comparação da associação da radioterapia ou cirurgia com a terapia sistêmica, a sobrevida global apresenta RR:1,78 (IC: 0,26 - 12,17), 162 participantes, alto risco de viés, muito baixa qualidade de evidência. Para a sobrevida livre de progressão nesta mesma comparação RR:1,05 (IC: 0,76 – 1,46) 162 participantes, alto risco de viés, muito baixa qualidade de evidência. Por fim, nesta mesma comparação para o desfecho secundário, efeitos adversos, foram analisadas por subgrupos, Grau 3 RR:1,06 (IC: 0,52 – 2,13) 162 participantes, alto risco de viés, muito baixa qualidade de evidência e o subgrupo Grau 4 RR:0,42 (IC: 0,10 – 1,80) 162 participantes, alto risco de viés, muito baixa qualidade de evidência. Conclusão: Não há benefícios da associação da terapia sistêmica a radioterapia ou cirurgia nas pacientes com câncer de mama oligometastáticas em comparação a terapia sistêmica para os desfechos sobrevida global, sobrevida livre de progressão de doença e eventos adversos.", publisher = {Universidade do Oeste Paulista}, scholl = {Mestrado em Ciências da Saúde}, note = {Mestrado em Ciências da Saúde} }