@MASTERSTHESIS{ 2025:569336748, title = {Prevalência de sequelas pós-Covid-19 no aparelho locomotor de profissionais de saúde: revisão sistemática da literatura}, year = {2025}, url = "http://bdtd.unoeste.br:8080/jspui/handle/jspui/1784", abstract = "Introdução: Profissionais de saúde estiveram altamente expostos à infecção por COVID-19 e à administração de vacinas durante a pandemia. Além dos efeitos sistêmicos conhecidos, têm sido relatadas queixas musculoesqueléticas como mialgia, fadiga, dor articular e rigidez, possivelmente associadas tanto à infecção quanto à resposta vacinal. Essas alterações podem comprometer a capacidade funcional e a qualidade de vida desses trabalhadores. Objetivo: Investigar a prevalência, os tipos de tecidos acometidos, as regiões corporais mais afetadas e as disfunções motoras associadas a sequelas musculoesqueléticas em profissionais de saúde que tiveram COVID-19 ou apresentaram efeitos adversos após a vacinação. Métodos: Foi realizada uma revisão sistemática nas bases PubMed, Embase e Web of Science, Scielo, Cochrane, Lilacs. Foram incluídos estudos transversais que avaliaram profissionais de saúde com diagnóstico confirmado de COVID-19 e que apresentaram sequelas musculoesqueléticas. A triagem foi realizada por cinco revisores independentes utilizando o software Rayyan. A extração dos dados foi conduzida por formulário padronizado, e a qualidade metodológica avaliada pela escala de Newcastle-Ottawa adaptada. Devido à heterogeneidade metodológica entre os estudos, não foi possível realizar meta-análise, sendo os dados apresentados de forma narrativa. Resultados: Foram incluídos cinco estudos publicados entre 2021 e 2023, totalizando 2.979 participantes, majoritariamente mulheres (n=1963). Os estudos foram conduzidos em países como Holanda, Estados Unidos, Etiópia, Suécia e Nepal. As principais queixas foram mialgia, rigidez articular, espasmos e dor local, com destaque para as regiões do pescoço, costas e ombros. A intensidade da dor variou de leve a moderada (3 a 4 na escala visual da dor). Três estudos avaliaram efeitos adversos musculoesqueléticos após vacinação, identificando dor local, limitação funcional e casos de bursite subacromial e tendinite diagnosticados por ultrassonografia. Os sintomas tiveram duração média entre 4 horas e 7 dias. A qualidade metodológica dos estudos foi considerada moderada. Conclusão: Profissionais de saúde podem apresentar manifestações musculoesqueléticas persistentes após infecção por COVID-19 ou vacinação, com impacto funcional variável. Apesar das limitações metodológicas e ausência de dados sobre incapacidade prolongada, os achados reforçam a necessidade de monitoramento clínico e funcional desses trabalhadores no período pós-pandêmico.", publisher = {Universidade do Oeste Paulista}, scholl = {Mestrado em Ciências da Saúde}, note = {Mestrado em Ciências da Saúde} }